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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

DRICLOR Manipulado 100ml FRETE GRATIS PARA TODO O BRASIL



 
Antiperspirante Driclor manteve-se a mais segura e mais eficaz tratamento da hiperidrose por mais de 35 anos, a fórmula, método de fabrição e único mecanismo de absorção ainda se mantém. Para alguns um desconforto para outros um verdadeiro sofrimento, fato é que a hiperhidrose tem tratamento, e este pode ser feito com uso periódico de Driclor, em sua fórmula original em Roll-on, pode ser facilmente aplicado em áreas como Axilas, pés e mãos, seguindo a risca o tratamento você certamente terá efeitos surpreendentes.

Exemplos de aplicação do Driclor: Axilas, Odor (bromidorese), Mãos, Pés, Rosto, Lombar, Barriga, etc.

COMO FUNCIONA:
How it works. 
Testes mostraram que os ingredientes ativos de Driclor não param o trabalho das glândulas sudoríparas. O efeito de secagem de Driclor é produzido nos poros "plugs", formados a partir de uma combinação de alumínio e de proteínas da pele. É o bloqueio parcial dos dutos de suor por esses dutos dos poros "plugs" que provocam a mudança de rota do suor para os capilares sanguíneos, onde é transportado para as zonas da pele de que a evaporação pode ocorrer mais facilmente ou para os rins para excreção. O resultado líquido, é deixar a área tratada da pele seca e sem sudorese compensatória em outra parte do corpo. A insolubilidade do alumínio / complexo de proteínas é de tal forma que não há absolutamente nenhuma absorção de alumínio no sistema do corpo. Driclor é, portanto, completamente seguro para uso em uma base de longo prazo e mesmo durante a gravidez.


HIPERIDROSE


O suor é necessário para o controle da temperatura corpórea, especialmente durante o exercício ou sob temperaturas mais elevadas do ambiente. A sudorese é regulada pelo sistema nervoso autônomo simpático. A hiperatividade das glândulas sudoríparas levam à perspiração excessiva. Esta condição é conhecida como hiperidrose.
A hiperidrose é situação relativamente freqüente, com incidência relatada entre 0,6 a 1 % da população. Não se tratando de doença grave, quanto a risco de vida, trata-se de situação extremamente desconfortável, que causa profundo embaraço social e transtornos de relacionamento e psicológicos no portador, que freqüentemente se isola socialmente e adquire hábitos procurando esconder o seu problema. Curiosamente, por diversos fatores, uma parcela ínfima dos pacientes tem seu problema resolvido e tratado de forma eficaz e duradoura.
A hiperidrose pode ser primária ou secundária a uma doença de base como hipertiroidismo, distúrbios psiquiátricos, menopausa ou obesidade. No presente trabalho focalizamos a abordagem terapêutica da hiperidrose primária.
O início dos sintomas pode ocorrer na infância, na adolescência ou somente na idade adulta, por razões desconhecidas. Eventualmente podemos encontrar história familiar.
Os pacientes referem sudorese constante, as vezes inesperada, mas a maioria deles relata fatores agravantes. Os fatores desencadeantes da sudorese excessiva são o aumento da temperatura ambiente, o exercício, a febre, a ansiedade e a ingestão de comidas condimentadas. Geralmente há melhora dos sintomas durante o sono. O suor pode ser quente ou frio, mas a sudorese é constante. Pode afetar todo o corpo ou ser confinada à região palmar, plantar, axilar, inframamaria, inguinal ou cranio-facial.
A sudorese excessiva e constante é uma condição constrangedora, desagradável, que dificulta as atividades do dia-a-dia e interfere no trabalho, no lazer e nas atividades sociais. Atividades diárias como escrever, apertar a mão de outra pessoa, segurar papéis, e outras atitudes simples podem ser adversamente afetada pela hiperidrose. Quando o quadro de hiperidrose é grave, ocorre gotejamento espontâneo na região afetada. Nos casos mais graves, a pele pode ficar macerada ou mesmo fissurada. Quando a sudorese é mais intensa na região axilar, outros sintomas desagradáveis são relatados. O exsudato pode causar odor fétido (bromidrose). O odor fétido é causado pela decomposição do suor e debris celulares de bactérias e fungos. Assim, pode contribuir para o aparecimento e manutenção de outras doenças de pele como infecções piogênicas, fúngicas, dermatite de contato, etc.

Classicamente, a hiperidrose foi tratada de diversas formas, dependendo da intensidade dos sintomas. As opções de tratamento clínico incluem:
    Uso de antiperspirantes e adstringentes (cloreto de alumínio em álcool etílico, solução de glutaraldeído 2%, etc.). Estes produtos devem ser aplicados sobre a pele seca, após banho frio, imediatamente antes de deitar-se. Apresentam o inconveniente de causar dermatite de contato ou deixar a pele com coloração amarelada.
    Uso de talco ou amido de milho natural (para os casos mais leves): deve ser aplicado entre os dedos, sob as mamas ou em pregas da pele.
    Banho com sabonete desodorante: seu uso prolongado pode levar à dermatite.
    Não calçar o mesmo par de sapatos por dois dias seguidos; utilizar palmilhas absorventes, que devem ser substituídas freqüentemente.
    Tratamento medicamentoso sistêmico, com drogas antidepressivas, ansiolíticas e anticolinérgicas: estas drogas proporcionam apenas alivio parcial e apresentam efeitos colaterais importantes e indesejáveis, como alteração da visão, boca seca, problemas urinários, sedação, etc.
    Iontoforese, "biofeedback" e psicoterapia.
    Injeções locais de toxina botulínica ("Botox") ? duração de 4-6 meses e com uso limitado a áreas de pequena extensão, o que é raro.
Como podemos notar, as opções de tratamento clínico são pouco satisfatórias, as vezes desconfortáveis e necessitam ser utilizadas por um período indeterminado.
Recentemente, a introdução da Simpatectomia Torácica por Videotoracoscopia revolucionou o tratamento da hiperidrose. Em pouco tempo, esse procedimento assumiu a posição de tratamento seguro, definitivo e pouco invasivo no tratamento dessa condição.

Há muitos anos sabe-se que a simpatectomia cervico-torácica poderia eliminar os sintomas da hiperidrose palmar. A presença de complicações sérias após a operação convencional ? principalmente a Síndrome de Horner causada pela lesão do gânglio estrelado ( ptose palpebral, enoftalmia, miose) ? fez com que esse procedimento fosse pouco utilizado no tratamento da hiperidrose. A simpatectomia torácica convencional foi pouco utilizado pois envolvia a realização de uma toracotomia tradicional, posterior, aberta, invasiva (cirurgia de porte considerável) com todos os seus riscos, para o tratamento de uma condição benigna. Esta via de acesso apresenta desvantagens como a necessidade de internação hospitalar mais prolongada, com demora no retorna às atividades habituais, dor no período pós operatório e resultado estético pouco satisfatório.
Na década de 90, com o advento da videotoracoscopia e a sistematização de suas indicações possibilitou que esse procedimento fosse indicado e utilizado com significante benefício para os pacientes. Com a videotoracoscopia, através de pequenas incisões, o cirurgião pode retirar ou destruir a porção da cadeia simpática que interessa no tratamento da afecção. É método seguro, pois permite a abordagem precisa, sob visão direta, poupando as estruturas vizinhas, particularmente o gânglio estrelado. O resultado é imediato e duradouro. O paciente recebe alta no dia seguinte à operação e retorna rapidamente a suas atividades habituais.
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A simpatectomia torácica pode ser utilizada no tratamento da hiperidrose palmar e axilar, na distrofia simpática reflexa, em casos selecionados de isquemia grave de membro (doença vascular periférica embólica ou aterosclerótica), doença de Raynaud e causalgia. Os melhores resultados são encontrados no tratamento da hiperidrose primária. Os pacientes portadores de hiperidrose primária grave, geralmente já tentaram inúmeros tipos de tratamento conservador, prescritos por vários clínicos, dermatologistas e até psiquiatras.
O procedimento está contra-indicado nos pacientes portadores de hiperidrose secundária, nos pacientes portadores de insuficiência respiratória ou cardiovascular grave (impossibilidade de ventilação monopulmonar durante o procedimento) e nos pacientes com seqüela de doença pleural (tuberculose, empiema).

O paciente pode ser internado na véspera ou no próprio dia da operação.
A simpatectomia toracoscópica é realizada na sala de operação, onde o paciente é inicialmente monitorizado e anestesiado. Utilizamos a anestesia geral e intubação brônquica, com o paciente em decúbito dorsal horizontal. Durante todo o procedimento, o paciente é monitorizado com pressão arterial média não invasiva, cardioscópio, saturômetro de pulso e capnógrafo.
O procedimento operatório pode ser realizado com o paciente em decúbito lateral ou dorsal horizontal com abdução dos membros superiores, de maneira a formar um ângulo de 90º com o tórax (casos de abordagem bilateral).
No procedimento clássico, com ressecção da cadeia simpática de T2 a T4, o equipamento necessário para a operação consiste de uma óptica rígida de 5 a 10 mm de diâmetro, com ângulo de 0º, câmera e o monitor de vídeo para visibilização do campo operatório. Os instrumentos utilizados são: uma tesoura tipo Metzenbaum de 5mm de diâmetro acoplada ao termocautério, uma pinça hemostática (dissector) curva de 5 mm de diâmetro e um aspirador/irrigador. Utilizamos por vezes aplicadores de clip laparoscópico e um afastador retrátil.
Na operação clássica, após o bloqueio pulmonar, três pequenas incisões são realizadas nos espaços intercostais da região axilar. Por uma das incisões é introduzido o endoscópio para visualizar o campo operatório, e pelo outros dois orifícios são introduzidos os instrumentos necessários para realizar a operação. Após a realização da primeira incisão (3º ou 4º espaço intercostal, linha axilar média), a câmera é inserida, para visualizar a abertura e introdução dos outros ports e instrumentos.
O procedimento começa com exploração da cavidade pleural e liberação de eventuais aderências. A cadeia simpática é então visibilizada sob a pleura parietal que reveste da 1º a 4 º costela. Pode-se então identificar os gânglios responsáveis pela área afetada por hiperidrose. Estes gânglios serão removidos, após abertura da pleura parietal e dissecção dos mesmos. Para revisão da hemostasia, utilizamos lavar o leito operatório com soro fisiológico. Um dreno pleural 20 ou 24F é colocado por um dos "ports" e posicionado endoscopicamente. Os instrumentos são retirados, o pulmão é insuflado e as incisões são fechadas com fio absorvível. O procedimento é repetido no outro hemitórax.
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Esse procedimento dito "convencional" tem sofrido diversas modificações, sempre tentando tornar o procedimento mais simples e rápido. No nosso grupo, temos utilizado de rotina apenas duas incisões de 5mm, dissectores mais finos e a dremagem pleural tem sido dispensada. A disponibilidade de opticas de 2mm com qualidade de imagem bastante aceitável (Minisite, USSC) fez com que alguns cirurgiões desenvolvessem técnica com único orifío, como uma perfuração de agulha ("needlescopic sympathicotomy"). Claro que com esta técnica, o cirurgião apenas destroi com eletrocoagulação, ou laser, o gânglio T2.

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Ao término do procedimento, o paciente é encaminhado a sala de recuperação anestésica, onde é realizado radiografia de tórax. Após alta da recuperação anestésica, o paciente é encorajado a deambular no quarto, e a iniciar dieta liquida. Administramos analgésicos por via oral nos primeiros dias do período pós-operatório.
O paciente é orientado para exercícios respiratórios inspiração profunda e sustentada.
Na ausência de complicações, o paciente pode receber alta no dia seguinte à operação.
O paciente pode retornar a suas atividades habituais dentro de poucos dias, no máximo dentro de 7 a 10 dias.
As cicatrizes são muito pequenas, quase imperceptíveis e não há pontos na pele para serem retirados.

Os resultados são dramáticos. As extremidades superiores (membros superiores e axilas) encontram-se secos e quentes assim que o paciente recupera-se da anestesia em 95% dos casos. Os pacientes referem que pela primeira vez, em muitos anos, as mãos estão secas e quentes. Em 70% das vezes, o mesmo ocorre em relação à hiperidrose plantar e craniofacial. Podemos notar ainda, melhora em relação à palpitações e taquicardia. Os resultados são geralmente permanentes. A melhora na qualidade de vida é indiscutível.

Em 20 a 50% dos pacientes, pode ocorrer hiperidrose compensatória. Trata-se de um aumento da sudorese em outras partes do corpo, geralmente no dorso e coxas. Provavelmente representa uma resposta termo-reguladora do organismo (GJERRIS & OLESEN, 1975). Esta condição é tolerável para maioria dos pacientes: cerca de 10% apenas queixam-se desta perspiração excessiva, mas a toleram melhor que a sudorese palmar. Na maioria dos casos, o quadro melhora com o passar do tempo (aproximadamente 6 meses) ou o paciente aprende a conviver com ela (ADAR 1994, LEAO et al, 1999). Acredita-se que a ressecção mais econômica da cadeia simpática possa resultar em hiperidrose compensatória menos acentuada (GOSSOT, 1995, KAO et al., 1996).
A nevralgia intercostal esta relacionada ao trauma de costelas e feixe vasculo-nervoso por trocaters, lesão térmica ou uso de dreno pleural pós operatório.
A síndrome de Claude- Bernard-Horner (ptose palpebral, miose, enoftalmia) é complicação rara, relacionada à lesão do gânglio estrelado. Sua ocorrência é extremamente baixa nas mãos de um cirurgião experiente.
O pneumotórax residual pós operatório é uma complicação possível, que na maioria das vezes, resolve-se espontaneamente (é absorvido), não necessitando intervenção específica.
O hemotórax, a lesão do parenquima pulmonar, do plexo braquial e a infecção da ferida operatória também são complicações possíveis, embora bastante raras.

A simpatectomia videotoracoscópica tem se mostrado o único método eficaz para curar a hiperidrose moderada e grave de mãos e faces. É o método de escolha, especialmente se outras opções terapêuticas já foram testadas, sem resultado satisfatório. Constitui-se também em método eficaz para o tratamento do "blushing facial".
A técnica endoscópica é extremamente segura e eficaz, pois conduz à cura definitiva em quase 100% dos casos.

O que é a Hiperidrose Palmar?
É uma situação clínica onde existe uma sudorese excessiva, principalmente nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. O portador da doença tem as mãos sempre molhadas, geralmente, chega a pingar suor e tem a planta dos pés molhadas, situação extremamente desconfortável, que impede o uso de meias comuns. Pode haver perda significante de líquido.
Qual a causa da doença?
A "causa" da hiperidrose primária é desconhecida. Sabe-se que a transpiração (sudorese) é essencial para a vida. O controle das glândulas sudoríparas é feito pelo sistema nervoso autônomo. Na hiperidrose parece ocorrer uma hiperestimulação das glândulas sudoríparas pelo sistema nervoso autônomo, simpático.
Quem pode ser acometido pela doença?
Ocorre em ambos os sexos e desde a infância. Parece que a incidência da hiperidrose situa-se entre 0,6 a 1% da população. Ocorre em todas as raças, mas há evidências também de incidência um pouco maior em judeus e orientais.
Como é a cirurgia?
A operação toracoscópica é feita sob anestesia geral , são feitos dois ou três pequenos orifícios no tórax, por onde são introduzidas a óptica e o material de trabalho. A vídeo toracoscopia permite identificar por dentro do tórax a cadeia simpática, e nos permite retirar ou destruir seletivamente a porção que interessa (geralmente T2 a T4 na hiperidrose). O risco de lesão do gânglio estrelado (e síndrome de Horner como complicação - que era o
grande problema da cirurgia "aberta") é praticamente nulo. Não há necessidade de uso de drenos torácicos no pós operatório. A cirurgia pode ser realizada em ambos os lados em uma única sessão e os pacientes têm tido alta no dia seguinte à operação.
Os resultados são imediatos?
A técnica da simpatectomia videotoracoscópica tem propiciado resultados excelentes na sudorese palmar (98%); em cerca de 70% dos casos também melhora a sudorese na planta dos pés. A melhora é imediata, já observada na sala de operação. No pós operatório, é impressionante a felicidade dos pacientes. Na verdade, parece que depois de tanto tempo experimentando de tudo, já não acreditavam que teriam seu problema resolvido. Não há evidências de recidiva do problema, desde que a técnica adequada seja utilizada.
Há complicações da operação?
Apesar de tratar-se de operação com anestesia geral, os riscos são os normais para operações desse porte. No passado, o grande temor da simpatectomia cervico toracica era a lesão do ganglio estrelado (T1) que produzia a Síndrome de Horner, com queda da pálpebra, pupilas contraídas, etc. Com a moderna técnica videotoracoscópica, essa complicação virtualmente desapareceu, pois apenas região responsável pela sudorese excessiva é destruída com precisão. Cerca de 50% dos pacientes operados apresentam no pós operatório a chamada "sudorese compensatória", geralmente no dorso e o abdômen. A maioria dos pacientes acostuma-se rapidamente com essa situação, que tende a normalizar-se dentro de 6 meses.
A cirurgia deixa marcas anti-estéticas?
Do ponto de vista estético as incisões da videotoracoscopia são bastante pequenas, geralmente sob a axila. Mais recentemente, com o advento de ópticas e equipamento de menor diâmetro, a simpatectomia torácica toracoscópica está sendo realizada com incisões ainda menores, que nem necessitam sutura na pele.

gota1a.gif (1190 bytes)Imagens Cirúrgicas
Fotografias Operatórias
Vídeo (Real Player)
Em construção

                   
Trabalhos Publicados
Leão, L. E. V. - Cirurgia Torácica Videoassistida. Reflexões. Rev. Ass. Med. Brasil, 40 (4): 233-234, 1994.
Leão, LEV. Cirurgia Torácica Videoassistida. Revista Diagnostico & Tratamento, 2 (03): 53-58, 1997
Leão, LEV; Giudici, R ? Simpatectomia Torácica por Videotoracoscopia: tratamento atual da hiperidrose palmar. Jovem Médico, maio 1999.
Leão, LEV; Giudici, R; Crotti, PLR, Barros Jr, N - Simpatectomia Torácica por Videotoracoscopia: um procedimento minimamente invasivo para o tratamento da hiperidrose. Rev Bras Clín Terap; maio 1999.


3 comentários:

  1. Esse blog também foi feito para tirar dúvidas.. Qualquer coisa só postar aqui. Obrigado pela grande visita.

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  2. Qual o valor do produto? Quanto tempo a entrega para São José do Rio Preto/SP? obrigado

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